quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Máscaras

São protecção imaginada,
Pedaços de sentimentos imitados
Roubados ao que se preferia
Ser, sentir ou ver ao longo da estrada...

Um mendigo, com isto, já se ria!
Rir-se-ia da inquestionabilidade
Do que se sente na realidade
E não se pode esconder...
Está-nos marcado na cara...

Máscaras Venezianas usadas,
Já vistas, já inventadas!
Fazem juz ao Nome que se esconde,
Àquilo que se quer bem longe!

Tirar a máscara eventualmente?
Mostrar-nos verdadeiramente!
Expor tudo o que se sente! Pois em nós
Ainda há a face que nunca mente!

Será melhor? Será perder?
Nunca se saberá, até um de nós
Esse genuíno crime cometer!...

1 comentário:

Tânia disse...

Hm...Obrigada :) ... Um beijo grande*