domingo, 26 de outubro de 2008

Horas, Dias, Noites

Horas da minha vivência
Sempre numa doce sequência
De Felicidade e Tristeza,
Renegando a certeza
De horas bem passadas,
De tristezas bem renegadas.

Dias de confusão de quem espera
O que poderá vir do coração
E que inevitavelmente não vem.
Sabemos infelizmente o que já não se tem.
No fim só nos fica um pouco de emoção...

Noites solitárias de escuro intermitente
Nesta cidade onde tudo parece que mente,
Enganado-nos no sentir profundamente
Do que provavelmente amamos
No sono das felicidades que sonhamos

Mas as horas destes presentes dias,
Levam-me na ilusão não certa
Do que ontem decerto sentias
Mas que nesta noite o coração aperta...

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