sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Alentejo

Colinas doces, suaves
Ao toque das planícies
Pacíficas que tu fazes
Em gestos de brisas gentis,
Afagando a imensidão
Dessa terra que habita
Docemente no teu coração

Passo os dedos da tua mão,
Como quem não hesita,
Na flora dourada, outrora
Viçosa. Vida que o Sol roubou!

E nesta hora em que o tempo voou,
Ao sentires as palavras que te dou,
Musa és, nos teus olhos és Alentejo.
Mostras o Amor dessa terra,
Tão grande que eu vejo
E sinto como um doce e terno beijo.

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