domingo, 16 de novembro de 2008

Inevitalvemente

Vida minha a meio gás,
Olho para a encruzilhada
Que à minha frente jaz,
Desafiante, complicada...

Arrepio-me na indecisão
De escolher o sentido
Que me pede o coração!
Porquê este futuro indefinido?

Quero avançar e sentir
A brisa do mar bravio
Que me arrebata no desafio
De poder voltar a rir!
Sentir a areia molhada
Nos meus dedos cansados,
Lembrando tentos passados,
Mas pedindo a felicidade alada!

Inevitavelmente virá...
Sem saber o que de vai ser mim...
A encruzilhada passado será.
Terei de dar um passo no fim!

Inevitavelmente feliz!
Sempre com a memória
De tudo o que já fiz,
Como se tratasse de uma pequena glória.

Certamente...
Com esperança.
Esperando a bonança.
Inevitalmente!

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